segunda-feira, 3 de maio de 2010
Terceira semana..
domingo, 25 de abril de 2010
Segunda semana!!
Gerou muita euforia, pois ninguém sabia o que seria feito com suas fotos, e eu, é claro, não disse nadam, somente disse que precisavam saber de onde eram as fotos, quem estava com eles, quantos anos eles tinham na época, etc.


Aqui estão algumas fotos da turma com sua linha do tempo...
Pâmela
No outro dia, falando a respeito de família, fizemos um gráfico a respeito de quantas pessoas moravam na mesma casa, quem era, etc,. Esse gráfico foi confeccionado por todos os alunos, com minha ajuda, é claro, mas depois de pronto, eu fiz uma remontagem com ele, e o expus na sala como amostra de nosso trabalho.
Na quarta-feira comecei a aula com a música "Família", dos Titãs. Depois de dar a eles a letra da música, deixei que ela tocasse algumas vezes. Então começamos a falar de como era a família de cada um, se tinha algo a ver com a música (a maioria disse que era "tudo a ver" com eles). Pedi que escrevessem a respeito de como eles enxergavam a família, qual sua importância, onde eles se achavam nela, se eram como as dos outros. Esse texto era para ser feito individualmente, mesmo que estivessem em grupo, ou que suas famílias fossem de certa forma parecidas, era para ser individual.
Depois de algum tempo, fizemos um pequeno seminário, onde todos fariam a leitura a respeito do assunto, o que gerou um bom debate entre eles. Mas todos concordaram que a família que hoje se apresenta está muito longe de ser a família ideal, o que gerou mais polêmica, e título para outra análise: de como seria a família ideal ou do futuro. Fiquei de passar para eles o filme:"A família do futuro", mas não consegui marcar o vídeo, então fiquei devendo, mas já me cobrara e vão querer vê-lo de qualquer jeito.
No dia da aula de português, fizemos a leitura de como seria a família ideal. Saíram ótimas ideias e também constatações de que seria meio difícil de conseguir que essa família existisse de verdade.
Na aula de Educação Artística, pedi que montassem a sua família com recortes de revistas, mas não disse se era para cortar pessoas, ou pedaços delas, se era para criar pessoas a partir de coloridos. Deixei que criassem com sua imaginação. Foi muito prazeroso esse trabalho, pois muitos escolhiam as pessoas mais comuns para identificar como um membro da família, ao invés de escolher os melhores.
Deixei engatilhado para essa semana, cinco perguntas de cada aluno para formularmos um pequeno questionário investigativo a respeito da origem de cada membro da família, de onde vieram, onde nasceram, etc. Depois de entregue, selecionaremos algumas das perguntas e montaremos a lista de perguntas, para análise posterior (faremos uma pesquisa das etnias, salientando as diferentes raças, culturas, costumes, etc.)
Gostaria de ter postado o vídeo com a música dos Titãs, mas não tenho conseguido colocar vídeos aqui no blog, não sei se é só comigo, ou se é um problema geral.
Semana que vem eu volto...Abraço.
domingo, 18 de abril de 2010
FOTO DA MINHA TURMINHA
Primeira semana
Vou explicar agora como minhas ideias começaram a fluir.
Os comentários a respeito do vídeo foram muito positivos, pois eles observaram que realmente somos diferentes, e daí??
Pensei em como terminar nossa bela aula, que foi muito agradável, então fiz uma dinâmica com eles, da seguinte forma: entreguei uma folha em branco a cada um dos alunos, depois pedi que desenhassem seus rostos, ou como achavam que eram, ou como gostariam que fosse, ou como poderiam ser.
Depois disso, deveriam pintar do jeito que quisessem, se quisessem colar papel, pintar com têmpera, ou com canetinha ou lápis de cor, enfim, deveriam fazer sua máscara livremente. E quando todos terminaram, fizemos um círculo sentados, e cada um, com sua máscara deveria se apresentar, falando de como eram, de onde vinham e como se sentiam com relação a si, qualidades e defeitos. Depois de todos se apresentarem, cada um escolheria uma máscara que se identificaram, uma máscara que não se identificaram, e uma máquina que gostariam de usar.
No final, cada um escolheria outro para que pudessem falar o que viam por detrás da máscara do outro, entre qualidades e defeitos. Todos ficaram muito felizes com esse trabalho e percebi que começaram a se conhecer um pouco mais depois dessa aula.
Para fechar a semana com chave de ouro, fizemos a escolha dos grupos áulicos. Houve uma eleição onde cada um deveria escolher um colega que gostariam de aprender com ele, um colega que gostariam de compartilhar conhecimentos e um colega que gostariam de ensinar. Depois de escolhidos, eu faria a contagem dos votos e os seis mais votados seriam os líderes de um grupo. Foram formados seis grupos, com cinco componentes, sendo que uma das meninas de um dos grupos foi transferida para outra escola, mas logo em seguida recebi mais um aluno (com 15 anos de idade). Foram faladas as regras dos grupos, odne os líderes deveriam organizar seu grupo, mas que não haveria abuso de poder, somente a título de organização. Cada grupo teve que escolher o nome que os representaria, então vou colocar aqui mais ou menos como ficaram:
GRUPO 1- Os inteligentes
GRUPO 2- Gre-Nal
GRUPO 3- CLMTV (iniciais do nome de cada um do grupo)
GRUPO 4- Os campeões
GRUPO 5 - Black
GRUPO 6- As quatro mosqueteiras e um cavaleiro
Percebi nesta semana de aula muitas coisas, que vou relatar a seguir como sendo minha avaliação semanal de estágio.
Nesta semana minhas reflexões giraram em torno de como trabalhar com minha turma, o que trabalhar e se conseguirei trabalhar.
Primeiro, pensei muito em relação a ser uma profissional que já atua a algum tempo em sala de aula, portanto não deveria ser nada complicado elaborar uma semana de aula. Mas então começaram a aparecer todas as coisas que sempre temi e sempre tive bastante dificuldade, o fato de não saber ou melhor, não conseguir fazer um plano de aula por escrito, ou seja, colocar todas as minhas ideias debaixo de tópicos como: introdução, objetivos, conteúdos, etc. Isso é muito difícil para mim. Simplesmente não consigo, dá um bloqueio e nada flui. Essa, por enquanto foi a minha maior, e porque não dizer, a única dificuldade que encontrei e que com certeza, continuarei enfrentando. Por isso, aproveito o espaço e peço ajuda nesse sentido. Não sei se é um bloqueio, desda a época do meu curso normal, onde deveríamos fazer tudo, sem ao menos ter noção de como é uma sala de aula, o que se passa na cebeça do aluno, entre outras reflexões.
Quero deixar aqui bem claro, que não há nenhuma dificuldade em elaborar atividades, linká-las a outras, interdiscipliná-las, minha dificuldade gira em torno de não conseguir escrever os projetos ou arquiteturas no cronograma que nos mandaram.
Com relação a começar o estágio, me sinto como uma adolescente que está começando sua vida profissional, e que precisa muito passar para poder mostrar que já aprendeu algo e que já pode ter uma profissão.
Está sendo, para mim, uma experiência única e maravilhosa.
(ESPERO TER FEITO ESTA PÁGINA COMO DEVERIA SER)
sábado, 3 de abril de 2010
Começo do fim...
Estamos iniciando uma etapa decisiva de nossa faculdade, que é o estágio. Estou um pouco apreensiva quanto ao que farei nessas nove semanas.sábado, 28 de novembro de 2009
SUPERAÇÃO !!!
Achei muito lindo esse vídeo, por se tratar de uma pessoa surda e que, com grande garra, conseguiu aprender a tocar violino, instrumento tão delicado e ao mesmo tempo, tão difícil de manusear. Gostaria de compartilhar com todos aqueles que apreciam meu blog...
Avaliar, como??
Quando realizei as leituras da disciplina de Didática, observei que a nossa realidade é aquilo mesmo, que nós infelizmente classificamos nosso aluno, através de números (notas) e se ele não responder a certas perguntas que foram colocadas nas provas, ele poderá ganhar nota baixa, e até mesmo reprovar.
Não há como negar que uma prova é um bicho papão para muitas crianças, pois elas não entendem direito quais são os objetivos de aprender certos conteúdos, e ainda por cima, precisam decorá-los para poder render um pouco nas notas.
O aluno precisa construir seu conhecimento, precisa concretizar seus pensamentos, precisa por para fora o que sabe, o que desconhece e o que gostaria de conhecer, e somente depois desse desabafo ou dessa reflexão, passar a compreender o processo ensino/aprendizagem que se dará em face de novas perspectivas.
Não há como negar que o educador desempenha um papel importantíssimo no processo educacional do indivíduo, mas ele também precisa ser avaliado, para poder saber o que está fazendo, se está utilizando técnicas diferentes, se o aluno não aprende por causa da maneira que é dirigida a aula. Dessa forma estará auxiliando tanto o aluno, quanto ele mesmo.




