
domingo, 18 de abril de 2010
FOTO DA MINHA TURMINHA

Primeira semana
Vou explicar agora como minhas ideias começaram a fluir.
Os comentários a respeito do vídeo foram muito positivos, pois eles observaram que realmente somos diferentes, e daí??
Pensei em como terminar nossa bela aula, que foi muito agradável, então fiz uma dinâmica com eles, da seguinte forma: entreguei uma folha em branco a cada um dos alunos, depois pedi que desenhassem seus rostos, ou como achavam que eram, ou como gostariam que fosse, ou como poderiam ser.
Depois disso, deveriam pintar do jeito que quisessem, se quisessem colar papel, pintar com têmpera, ou com canetinha ou lápis de cor, enfim, deveriam fazer sua máscara livremente. E quando todos terminaram, fizemos um círculo sentados, e cada um, com sua máscara deveria se apresentar, falando de como eram, de onde vinham e como se sentiam com relação a si, qualidades e defeitos. Depois de todos se apresentarem, cada um escolheria uma máscara que se identificaram, uma máscara que não se identificaram, e uma máquina que gostariam de usar.
No final, cada um escolheria outro para que pudessem falar o que viam por detrás da máscara do outro, entre qualidades e defeitos. Todos ficaram muito felizes com esse trabalho e percebi que começaram a se conhecer um pouco mais depois dessa aula.
Para fechar a semana com chave de ouro, fizemos a escolha dos grupos áulicos. Houve uma eleição onde cada um deveria escolher um colega que gostariam de aprender com ele, um colega que gostariam de compartilhar conhecimentos e um colega que gostariam de ensinar. Depois de escolhidos, eu faria a contagem dos votos e os seis mais votados seriam os líderes de um grupo. Foram formados seis grupos, com cinco componentes, sendo que uma das meninas de um dos grupos foi transferida para outra escola, mas logo em seguida recebi mais um aluno (com 15 anos de idade). Foram faladas as regras dos grupos, odne os líderes deveriam organizar seu grupo, mas que não haveria abuso de poder, somente a título de organização. Cada grupo teve que escolher o nome que os representaria, então vou colocar aqui mais ou menos como ficaram:
GRUPO 1- Os inteligentes
GRUPO 2- Gre-Nal
GRUPO 3- CLMTV (iniciais do nome de cada um do grupo)
GRUPO 4- Os campeões
GRUPO 5 - Black
GRUPO 6- As quatro mosqueteiras e um cavaleiro
Percebi nesta semana de aula muitas coisas, que vou relatar a seguir como sendo minha avaliação semanal de estágio.
Nesta semana minhas reflexões giraram em torno de como trabalhar com minha turma, o que trabalhar e se conseguirei trabalhar.
Primeiro, pensei muito em relação a ser uma profissional que já atua a algum tempo em sala de aula, portanto não deveria ser nada complicado elaborar uma semana de aula. Mas então começaram a aparecer todas as coisas que sempre temi e sempre tive bastante dificuldade, o fato de não saber ou melhor, não conseguir fazer um plano de aula por escrito, ou seja, colocar todas as minhas ideias debaixo de tópicos como: introdução, objetivos, conteúdos, etc. Isso é muito difícil para mim. Simplesmente não consigo, dá um bloqueio e nada flui. Essa, por enquanto foi a minha maior, e porque não dizer, a única dificuldade que encontrei e que com certeza, continuarei enfrentando. Por isso, aproveito o espaço e peço ajuda nesse sentido. Não sei se é um bloqueio, desda a época do meu curso normal, onde deveríamos fazer tudo, sem ao menos ter noção de como é uma sala de aula, o que se passa na cebeça do aluno, entre outras reflexões.
Quero deixar aqui bem claro, que não há nenhuma dificuldade em elaborar atividades, linká-las a outras, interdiscipliná-las, minha dificuldade gira em torno de não conseguir escrever os projetos ou arquiteturas no cronograma que nos mandaram.
Com relação a começar o estágio, me sinto como uma adolescente que está começando sua vida profissional, e que precisa muito passar para poder mostrar que já aprendeu algo e que já pode ter uma profissão.
Está sendo, para mim, uma experiência única e maravilhosa.
(ESPERO TER FEITO ESTA PÁGINA COMO DEVERIA SER)
sábado, 3 de abril de 2010
Começo do fim...
Estamos iniciando uma etapa decisiva de nossa faculdade, que é o estágio. Estou um pouco apreensiva quanto ao que farei nessas nove semanas.sábado, 28 de novembro de 2009
SUPERAÇÃO !!!
Achei muito lindo esse vídeo, por se tratar de uma pessoa surda e que, com grande garra, conseguiu aprender a tocar violino, instrumento tão delicado e ao mesmo tempo, tão difícil de manusear. Gostaria de compartilhar com todos aqueles que apreciam meu blog...
Avaliar, como??
Quando realizei as leituras da disciplina de Didática, observei que a nossa realidade é aquilo mesmo, que nós infelizmente classificamos nosso aluno, através de números (notas) e se ele não responder a certas perguntas que foram colocadas nas provas, ele poderá ganhar nota baixa, e até mesmo reprovar.
Não há como negar que uma prova é um bicho papão para muitas crianças, pois elas não entendem direito quais são os objetivos de aprender certos conteúdos, e ainda por cima, precisam decorá-los para poder render um pouco nas notas.
O aluno precisa construir seu conhecimento, precisa concretizar seus pensamentos, precisa por para fora o que sabe, o que desconhece e o que gostaria de conhecer, e somente depois desse desabafo ou dessa reflexão, passar a compreender o processo ensino/aprendizagem que se dará em face de novas perspectivas.
Não há como negar que o educador desempenha um papel importantíssimo no processo educacional do indivíduo, mas ele também precisa ser avaliado, para poder saber o que está fazendo, se está utilizando técnicas diferentes, se o aluno não aprende por causa da maneira que é dirigida a aula. Dessa forma estará auxiliando tanto o aluno, quanto ele mesmo.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Planos e mais planos.
Maria Montessori, com todo o seu carinho e com toda a postura de uma mãe zelosa, cria que a criança precisava ter total autonomia para realizar as atividades, criando suas próprias hipóteses mas sempre sendo autônomas, sempre preocupada com a LIBERDADE, ATIVIDADE E INDIVIDUALIDADE.
centro de sua própria educação. Assim, cada atividade era um trabalho útil e criativo, decidido e organizado coletivamente pelos estudantes. O essencial era valorizar a livre expressão dos alunos, motivando-os a partir do que considerava necessidades vitais do ser humano: criar, se expressar, se comunicar, viver em grupo, ter sucesso, agir-descobrir e se organizar. Observadas essas condições,
a escola formaria, enfim, "cidadãos autônomos e cooperativos", como queria Freinet.
Além da organização coletiva, uma atividade freinetiana deve proporcionar oportunidades de:
expressão, comunicação, criação, pesquisa e tateio experimental. Freinet chamava de tateio
experimental a capacidade da criança de realizar uma pesquisa usando a reflexão. Ou seja, formular
sua próprias hipóteses, tentar verifica-las e, com isso, apreender informações cada vez mais
complexas.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
VOCÊ TEM SEDE DE QUE???
Muito pouco se sabe também, que por trás da linguagem de sinais existem histórias muito marcantes de lutas vencidas e perdidas por pessoas que acreditavam em seus potenciais e que se negavam a serem taxadas de incapazes ou de anormais, retardadas.
Hoje ainda há muito o que se fazer em prol dessas e de tantas outras pessoas que precisam de apoio e de compreensão, deixando todo e qualquer tipo de preconceito de lado, visando somente o bem estar tanto dos surdos quanto de seus familiares que sofrem também.