segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Plano Individual de Estudos

PLANO INDIVIDUAL DE ESTUDOS.

Esta atividade requeriu muita observação e muita percepção das coisas de que realmente necessitamos, como alvos e estratégias para que eles fossem alcançados.
Mas o que realmente se faz muito importante observar, é de que se realmente estamos fazendo esforços consistentes para que as atividades a que nos propusemos estão sendo realizadas de maneira estratégica, conforme foi pré-estabelecido, ou se pelo menos existe algum empenho para que se realize as atividades e proposições a contento.

Ao preencher meu PIE, me deparei novamente com muitas dificuldades, que, se não parar para refletir e acordar comigo mesma que há necessidade de mudanças, ou melhorias, não há um crescimento ou não há aprendizado, pois os objetivos que tracei são realizáveis, e ao mesmo tempo necessários para que eu consiga aproveitar bem mais esse curso tão maravilhoso.
Espero poder, nesse semestre, conseguir realizar todos os objetivos que propus no meu plano. E sei que poderei contar com toda a equipe do PEAD, bem como de meus colegas.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

REPENSANDO O PEAD.


Mais um semestre foi iniciado. De uma certa forma parece que este está sendo o primeiro para mim. Vou explicar:
Desde que iniciamos esse curso realizamos muitíssimas atividades, sempre preocupadas em psotar na data, a contento, mesmo que com dificuldades, e muitas, mas que pudessem ser consistentes e que expressasse o máximo possível qual teria sido a reação dos nossos alunos, bem como da nossa reação diante de novidades.
MAs percebi que precisava urgentemente me organizar. Sempre fui muito desorganizada (com muita organização), nunca consegui preencher agendas, folhinhas, lembretes, enfim, nunca consegui deixar tudo preto n o branco, sempre fazia tudo do jeito que ia dando, mas sempre com boa vontade e capricho. Mas sempre deixava algo para trás, sabia que poderia ter feito um "algo a mais".
Depois de iniciado o quinto semestre, com o que me deparo? Com uma planilha de agendamento com os horários, dias, atividades, coisa que nunca tinha feito antes.
E o que aconteceu comigo? Simplesmente bloqueei. Não conseguia fazer minha planilha, não conseguia me organizar. Para qualquer pessoa pode ser uma grande, enorme bobagem, mas para mim não é. Fico gelada somente de pensar em colocar tudo no papel, criar regras, obedecê-las, não que eu não obedeça regras, pelo contrário, sou muito regrada, mas em se tratando de organizar minha vida no papel e passar a segui-la...ufa!! Quanta dificuldade.
Neste momento estou escrevendo um comentário no meu portfólio, embora com muita dificuldade, mas estou aqui. E prometo (para mim mesma) que passarei a me organizar melhor, e agradeço ao meu professor (sem jogar confetes) por perceber e se preocupar com essas dificuldades que nos acometem e que fazem com que nossas atividades sejam prejudicadas, bem como nosso aprendizado (ele é que está em jogo).
Tenho a dizer que estou mais uma vez aqui esperando poder reformular meus pensares e minhas técnicas de ensino e de aprendizado.

sábado, 10 de maio de 2008

PLANO INDIVIDUAL DE ESTUDOS .
Confesso que não foi nada fácil repensar todas as coisas que tenho feito, bem como minhas angústias. Ao realizar essa atividade, mesmo que atrasada (por motivos já esclarecidos), fiquei com bastante dúvidas de o que citar, o que realmente precisava colocar como alvos.
Sempre compreendi que nossa vida é um aprendizado...mas nunca determinei metas para alcançar, tampouco dificuldades que deveria superar. Isso foi difícil fazer, mas consegui, aliás, consegui até inserir o link do meu trabalho aqui no meu blog. Isso não é o máximo? Posso dizer então que esta é uma evidência de aprendizado.
Fico muito feliz cada vez que venço uma etapa. Para muitos, esse pequeno passo pode não significar nada, mas para mim, vale muito, mesmo.
Espero poder conseguir alcançar todos os alvos delineados por mim, no tempo que eu determinei, que seja do agrado de todos, mas principalmente a mim.
https://www.ead.ufrgs.br/rooda/webfolio/disciplina.php

domingo, 30 de março de 2008

Classificar e seriar


Ao fazer uma pesquisa de leitura, deparei-me com um texto de Luciana Knüpp, onde ela comentava a respeito desse assunto. Então resolvi colocar algumas observações suas.

"O trabalho com o número na maioria das escolas esquecem da importância da exploração da variedade de idéias matemáticas existentes, referentes a classificação e seriação.

Toda a criança passa por descobertas, ela precisa mexer, experimentar, tocar, para poder assim, conhecer o novo, seja ele o que for.Necessita do concreto para poder organizar seus conhecimentos. É uma construção' resultante das ações da criança com o mundo.

Os trabalhos com a classificação e seriação são decorrentes das seleções que a criança faz entre os objetos. Estas atividades iniciais auxiliam a criança a construir o número, a relacionar o numeral à quantidade. Através da atividade lúdica, a criança constrói símbolos.

Elas devem ter a oprtunidade de inventar (construir) as relações matemáticas ao invés de simplesmente entrar em contato com o pensamento pronto, formular suas hipóteses a partir de seus ensaios e seus erros, para confirmá-las ou refutá-las.


CLASSIFICAÇÃO: a criança é convidada a organizar coleções, separando seus elementos segundo alguns critérios ou atributos (cor, tamanho, posição, forma), estabelecendo nesse conjunto, relações de equivalência, propriedades de simetria, reflexividade e transitividade. A ação mental, que envolve a classificação de coleções em classes de conjuntos, serve de base para a construção do conceito de número.


SERIAÇÃO: ao organizar uma coleção de objetos, estabelece-se uma relação de ordem no conjunto, dotado de propiedades de anti-simetria e transitividade. A criança, ao organizar uma fila pelo tamanho, estará coordenando todos os elementos segundo a ordem pré- determinada onde cada um é menor (ou maior do que aquele que o precede ou o antecede).

Ao seriar um conjunto pela inserção de objetos que envolem as atividades de nível mais avançados no jogo, a criança estará trabalhando a mesma lógica intuitiva que entra na construção da ordem numérica, mas em nível mais abstrato.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Geral

ESTOU DE VOLTA!!!





Bem, depois de férias merecidas (rsrs), estou de volta postando comentários em meu blog. Confesso que durante o recesso escolar, nem cheguei perto dele, mas não esqueci como se faz para postar novas atividades e comentários. Bem, confesso novamente que quase obriguei minha filha a criar um blog para que ela, fuçando, com todo o tempo disponível que tem, pudesse me ensinar alguns macetes que, por falta de oportunidade não pude aprender.


Valeu a pena, porque ela além de aprender, gostou muito e garanto a todos, que faz mais sucesso do que eu, também posta e mexe e troca de cor e etc., melhor do que eu. Que bom, pelo menos não fico tão por fora desse instrumento que é um blog. Vocês querem conhecê-la? Vejam sua foto. Olhem que gatinha...

Ela que me auxilia muito em todas as vezes que preciso de auxílio. Essa homenagem é o mínimo que posso fazer por minha gatinha.

Mais tarde farei nova postagem, me aguardem...






segunda-feira, 19 de novembro de 2007

BRINCANDO SE APRENDE!



No princípio o trabalho que se realizava tinha um caráter de ludicidade, pois ele se misturava com o brincar. Todos trabalhavam, mas também todos jogavam, independentemente de idade, sexo, hierarquia.

Na idade moderna o tempo e o espaço eram divididos em tempo e espaço específicos. Então alguns passaram a ter mais e melhores espaços e mais tempo, daí a discriminação aconteceu e permaneceu.

Com o surgimento das sociedades modernas, os jogos comunitários se restringiram a alguns poucos, e basicamente os mais populares. Como no trabalhos, se dividiu o espaço e o tempo do lúdico. Os adultos jogam, mas outros jogos (ou os mesmos modificados), as crianças jogam em separado.

Hoje, dentre tantas separações de espaço tanto físico, quanto o da comida, da visita e da bagunça, também surgiu o tempo dos programas de adulto e o tempo de programas infantis (estes devem ser os mais imbecis possíveis).

O que aconteceu a partir desse contexto?

*segregaram as crianças (separaram-nas dos adultos);

*institucionalizaram-nas (introduzindo-as em escolas e outras instituições infantis).


FREINET diz: "O ideal seria que o trabalho fosse tão realizador e gratificante, que passasse a a ser trabalho-jogo ou jogo-trabalho."


O homem tem liberdade. Ele pode se envolver em todas atividades que lhe dão prazer e que o gratificam, porque são gratuitas. Vão desde atividades intelectuais, artísticas, culturais, lúdicas e até mesmo a ociosidade, a "preguiça".


O lúdico tem uma dimensão especificamente humana, e o direito de lazer está incluído, pelas nações, entre os direitos humanos.

Entre a idade antiga e a idade média, essa era a principal fonte de relações das pessoas (independente de idade). Havia manifestações coletivas, a rua era o ponto de encontro de todos, o brincar fazia parte da comunidade, o espaço era ilimitado.

NA idade moderna, a criança já não pode brincar fora de casa, pois a rua se transformou em um lugar perigoso, devido ao trânsito e a pessoas estranhas. Vieram automóveis, fábricas, etc. A brincadeira perdeu o seu caráter comunitário intenso.O adulto já não é dono do seu tempo.


Relacionando todas as leituras que fiz, bem como da estrevista com Tânia Fortuna, com as situações em que nos encontramos nos dias atuais, percebo que houve mudanças sim. Não vamos muito longe, não precisamos comparar com a idade média. Eu vejo da seguinte forma: quando eu era criança, brincava bastante na rua, com brincadeiras bem antigas, como roda, esconde-esconde, amarelinha, bulita, passa anel, mamãe posso ir, etc., ficaria até amanhã escrevendo o nme das brincadeiras (que às vezes até inventávamos, por isso não tinham nomes específicos). Mas lembro que não havia medo de ficar na rua, no fim da tarde todos sentavam nas calçadas, tomavam chimarrão, falavam da vida, enquanto nós quase morríamos de tanto correr e pular e saltar.

Outra coisa que não existia, era essa história de tecnologias, computadores, Ipodes, MP3, games, enfim, o monte de parafernálias que os homens inventaram para distrair as crianças (como se isso fosse necessário). Mas lamentavelmente essa praga foi se alastrando e tomando conta do espaço infantil e adulto também. Digo praga porque houve um relaxamento mental, onde a criança passou a recer tudo pronto, sem precisar exercitar seu cérebro, sua imaginação. Isso foi deixando a criança preguiçosa, até para pensar.

Os programas infantis que direcionaram para esse público, também eram tão atrofiados quanto seus apreciadores.


Continuando com minha observações relacionadas com os textos e com a entrevista, observei que realmente a criança leva a sério o brincar, eu passei a olhar de uma forma diferente o brincar infantil, vi que a criança fica tão concentrada brincando, que se abosrve ali, aquele momento é total e exclusivamente dela, e ninguém pode ou deve interromper.

Também percebi o quanto gosto de brincar. Sempre pensei que o adulto já teve seu período infantil, que depois de uma certa idade não havia porque perder tempo brincando. Mesmo assim, me deliciava com brincadeiras e atividades lúdicas, mesmo "sabendo" que não eram para mim. Lembrei imediatamente de quando minha mãe nos mandava limpar a casa, então nós aproveitávamos para bricar enquanto fazíamos as tarefas da casa. Era muito divertido.

Ao observar meus alunos brincarem na escola, percebo que todas as vezes que participo das brincadieras, ou quando trago alguma novidade, eles ficam muito felizes e eufóricos. Quando não posso brincar, ficam tristes, frustrados, mas seguem brincando. Vejo, por meio dessas ações deles, que há uma necessidade muito grande de que nós os "grandes", participemos de atividades com eles, digo isso por experiência própria. Algumas professoras não levam seus alunos para fora da sala, ou determinam o dia do brinquedo, para se isentarem da "árdua tarefa" de brincar com eles, mas justamente por não saberem como e nem de quê brincarem, o medo de ser feliz as impede de ir além, de ousar, de se deixar levar pela imaginação, ou até mesmo pela imaginação das crianças, que é ilimitada. Bom, eu sou uma criança grande e não tenho verginha disso. Ah! E sou muito feliz assim!!!