Acabei de ler um texto sobre Sistemas de Ensino. Meio complexo, não no sentido dee ser incompreensível, mas um texto que requer um pouco de reflexão, de análise.
Nele, pude observar bem mais de perto, o quanto é importante uma organização. Sem ela, nunca saberíamos a quem recorrer, ou a quem perguntar, ou a quem questionar, caso haja problemas ou dúvidas, não que isso seja uma regra, nem que realmente seja como está escrito e determinado lá no papel, mas a realidade é que as Leis de Diretrizes e Bases da Educação existem, a Constituição de 1988 também, portanto, vamos utilizá-las da melhor maneira possívvel. Digo isso porque mesmo sabendo de sua existência, nunca lembrava delas, nem me apoiava nelas da maneira que deveria.
Um fato que me deixou muito feliz, foi de iniciar minha caminhada rumo ao conhecimento da área burocrática da educação, tendo em vista somente utilizar, nem sempre da melhor maneira, meus conhecimentos básicos e...fim. Que pobreza, não??/
No início dedste ano, começamos a refazer o regimento interno...que tristeza, parecia que, em alguns momentos eles estivessem falando em grego (eu não tenho vergonha de dizer isso), porque desconheço muitas coisas, mas estou em busca desse conhecimento que me faz muita falta. Esse lado da história é que é o bom.
domingo, 7 de setembro de 2008
domingo, 24 de agosto de 2008
Gestão da educação
Uma leitura muito boa esta do texto de Vera Maria Vidal Peroni, onde ela enfoca exatamente o que acontece com a educação neste contexto político o qual vivemos. E após reflexão percebi que cada segmento foi criado para desenvolver ou resolver assuntos distintos, e que todos eles sempre precisaram de reformulações ao longo dos tempos, por causa d evolução, das tecnologias, mas principalmente, da mudança de visão e capacitação que acabou por surgir.
É muito bom observar as vitórias conquistadas ao longo das décadas, as construções de novas estratégias, pena não haver maior empenho daqueles que mais deveriam ter, ou seja, as autoridades, o Estado. Fica uma graned tristeza, pois sabemos quais as conseqüências de sua leviandade: a perda salarial do profissional, a desqualificação, o sucateamento do ensino, a privatização da educação. Qual o maior prejudicado nessa briga ded foice? O aluno, como sempre.
O que mais me deixa pasma é essa questão da avaliação disceente, que na realidade podemos definir como "avaliação DOCENTE". Isso é vergonhoso de aceitar, sabendo que existem ene maneiras de avaliaar a educação, não é simplesmente humilhando o professor que os problemas da educação vão se resolver.
Esses dias veio o pessoal do SAEB fazer uma palestra na minha escola, tentando explicar onde ficavam os resultados das provas avaliativas, também para dizer que "Deus o livre" de eles estarem fazenedo competição entre escolas, mas não conseguiu explicar o motivo de aparecer nos jornais os resultados apontando escola A e escola B como sendo as "vitoriosas", sendo que as escolas D e E foram desabiltadas, por serem tão fracas. Depois questionamos os autores das avaliações...nada também, não conseguiram responder, mas nós não nos demos por vencidos, pois respondemos para eles todas estas questões, não deixando nenhuma dúvida no ar. Eles tentaram contornar o assunto, com outras pautas, mas não houve sucesso.
Fica a pergunta no ar: Quem é realmente o "dono" da educação?
É muito bom observar as vitórias conquistadas ao longo das décadas, as construções de novas estratégias, pena não haver maior empenho daqueles que mais deveriam ter, ou seja, as autoridades, o Estado. Fica uma graned tristeza, pois sabemos quais as conseqüências de sua leviandade: a perda salarial do profissional, a desqualificação, o sucateamento do ensino, a privatização da educação. Qual o maior prejudicado nessa briga ded foice? O aluno, como sempre.
O que mais me deixa pasma é essa questão da avaliação disceente, que na realidade podemos definir como "avaliação DOCENTE". Isso é vergonhoso de aceitar, sabendo que existem ene maneiras de avaliaar a educação, não é simplesmente humilhando o professor que os problemas da educação vão se resolver.
Esses dias veio o pessoal do SAEB fazer uma palestra na minha escola, tentando explicar onde ficavam os resultados das provas avaliativas, também para dizer que "Deus o livre" de eles estarem fazenedo competição entre escolas, mas não conseguiu explicar o motivo de aparecer nos jornais os resultados apontando escola A e escola B como sendo as "vitoriosas", sendo que as escolas D e E foram desabiltadas, por serem tão fracas. Depois questionamos os autores das avaliações...nada também, não conseguiram responder, mas nós não nos demos por vencidos, pois respondemos para eles todas estas questões, não deixando nenhuma dúvida no ar. Eles tentaram contornar o assunto, com outras pautas, mas não houve sucesso.
Fica a pergunta no ar: Quem é realmente o "dono" da educação?
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Gestão
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Plano Individual de Estudos
PLANO INDIVIDUAL DE ESTUDOS.
Esta atividade requeriu muita observação e muita percepção das coisas de que realmente necessitamos, como alvos e estratégias para que eles fossem alcançados.
Mas o que realmente se faz muito importante observar, é de que se realmente estamos fazendo esforços consistentes para que as atividades a que nos propusemos estão sendo realizadas de maneira estratégica, conforme foi pré-estabelecido, ou se pelo menos existe algum empenho para que se realize as atividades e proposições a contento.
Ao preencher meu PIE, me deparei novamente com muitas dificuldades, que, se não parar para refletir e acordar comigo mesma que há necessidade de mudanças, ou melhorias, não há um crescimento ou não há aprendizado, pois os objetivos que tracei são realizáveis, e ao mesmo tempo necessários para que eu consiga aproveitar bem mais esse curso tão maravilhoso.
Espero poder, nesse semestre, conseguir realizar todos os objetivos que propus no meu plano. E sei que poderei contar com toda a equipe do PEAD, bem como de meus colegas.
Esta atividade requeriu muita observação e muita percepção das coisas de que realmente necessitamos, como alvos e estratégias para que eles fossem alcançados.
Mas o que realmente se faz muito importante observar, é de que se realmente estamos fazendo esforços consistentes para que as atividades a que nos propusemos estão sendo realizadas de maneira estratégica, conforme foi pré-estabelecido, ou se pelo menos existe algum empenho para que se realize as atividades e proposições a contento.
Ao preencher meu PIE, me deparei novamente com muitas dificuldades, que, se não parar para refletir e acordar comigo mesma que há necessidade de mudanças, ou melhorias, não há um crescimento ou não há aprendizado, pois os objetivos que tracei são realizáveis, e ao mesmo tempo necessários para que eu consiga aproveitar bem mais esse curso tão maravilhoso.
Espero poder, nesse semestre, conseguir realizar todos os objetivos que propus no meu plano. E sei que poderei contar com toda a equipe do PEAD, bem como de meus colegas.
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PIE
terça-feira, 12 de agosto de 2008
REPENSANDO O PEAD.
Mais um semestre foi iniciado. De uma certa forma parece que este está sendo o primeiro para mim. Vou explicar:
Desde que iniciamos esse curso realizamos muitíssimas atividades, sempre preocupadas em psotar na data, a contento, mesmo que com dificuldades, e muitas, mas que pudessem ser consistentes e que expressasse o máximo possível qual teria sido a reação dos nossos alunos, bem como da nossa reação diante de novidades.
MAs percebi que precisava urgentemente me organizar. Sempre fui muito desorganizada (com muita organização), nunca consegui preencher agendas, folhinhas, lembretes, enfim, nunca consegui deixar tudo preto n o branco, sempre fazia tudo do jeito que ia dando, mas sempre com boa vontade e capricho. Mas sempre deixava algo para trás, sabia que poderia ter feito um "algo a mais".
Depois de iniciado o quinto semestre, com o que me deparo? Com uma planilha de agendamento com os horários, dias, atividades, coisa que nunca tinha feito antes.
E o que aconteceu comigo? Simplesmente bloqueei. Não conseguia fazer minha planilha, não conseguia me organizar. Para qualquer pessoa pode ser uma grande, enorme bobagem, mas para mim não é. Fico gelada somente de pensar em colocar tudo no papel, criar regras, obedecê-las, não que eu não obedeça regras, pelo contrário, sou muito regrada, mas em se tratando de organizar minha vida no papel e passar a segui-la...ufa!! Quanta dificuldade.
Neste momento estou escrevendo um comentário no meu portfólio, embora com muita dificuldade, mas estou aqui. E prometo (para mim mesma) que passarei a me organizar melhor, e agradeço ao meu professor (sem jogar confetes) por perceber e se preocupar com essas dificuldades que nos acometem e que fazem com que nossas atividades sejam prejudicadas, bem como nosso aprendizado (ele é que está em jogo).
Tenho a dizer que estou mais uma vez aqui esperando poder reformular meus pensares e minhas técnicas de ensino e de aprendizado.
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Seminário integrador 5 ativ.1
sábado, 10 de maio de 2008
PLANO INDIVIDUAL DE ESTUDOS .
Confesso que não foi nada fácil repensar todas as coisas que tenho feito, bem como minhas angústias. Ao realizar essa atividade, mesmo que atrasada (por motivos já esclarecidos), fiquei com bastante dúvidas de o que citar, o que realmente precisava colocar como alvos.
Sempre compreendi que nossa vida é um aprendizado...mas nunca determinei metas para alcançar, tampouco dificuldades que deveria superar. Isso foi difícil fazer, mas consegui, aliás, consegui até inserir o link do meu trabalho aqui no meu blog. Isso não é o máximo? Posso dizer então que esta é uma evidência de aprendizado.
Fico muito feliz cada vez que venço uma etapa. Para muitos, esse pequeno passo pode não significar nada, mas para mim, vale muito, mesmo.
Espero poder conseguir alcançar todos os alvos delineados por mim, no tempo que eu determinei, que seja do agrado de todos, mas principalmente a mim.
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plano de estudos
domingo, 30 de março de 2008
Classificar e seriar

Ao fazer uma pesquisa de leitura, deparei-me com um texto de Luciana Knüpp, onde ela comentava a respeito desse assunto. Então resolvi colocar algumas observações suas.
"O trabalho com o número na maioria das escolas esquecem da importância da exploração da variedade de idéias matemáticas existentes, referentes a classificação e seriação.
Toda a criança passa por descobertas, ela precisa mexer, experimentar, tocar, para poder assim, conhecer o novo, seja ele o que for.Necessita do concreto para poder organizar seus conhecimentos. É uma construção' resultante das ações da criança com o mundo.
Os trabalhos com a classificação e seriação são decorrentes das seleções que a criança faz entre os objetos. Estas atividades iniciais auxiliam a criança a construir o número, a relacionar o numeral à quantidade. Através da atividade lúdica, a criança constrói símbolos.
Elas devem ter a oprtunidade de inventar (construir) as relações matemáticas ao invés de simplesmente entrar em contato com o pensamento pronto, formular suas hipóteses a partir de seus ensaios e seus erros, para confirmá-las ou refutá-las.
CLASSIFICAÇÃO: a criança é convidada a organizar coleções, separando seus elementos segundo alguns critérios ou atributos (cor, tamanho, posição, forma), estabelecendo nesse conjunto, relações de equivalência, propriedades de simetria, reflexividade e transitividade. A ação mental, que envolve a classificação de coleções em classes de conjuntos, serve de base para a construção do conceito de número.
SERIAÇÃO: ao organizar uma coleção de objetos, estabelece-se uma relação de ordem no conjunto, dotado de propiedades de anti-simetria e transitividade. A criança, ao organizar uma fila pelo tamanho, estará coordenando todos os elementos segundo a ordem pré- determinada onde cada um é menor (ou maior do que aquele que o precede ou o antecede).
Ao seriar um conjunto pela inserção de objetos que envolem as atividades de nível mais avançados no jogo, a criança estará trabalhando a mesma lógica intuitiva que entra na construção da ordem numérica, mas em nível mais abstrato.
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